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segunda-feira, 17 de setembro de 2018


Apartamentos com alto padrão de construção. prontos para morar
no bairro Auxiliadora


Dahshur, um novo estilo de morar com exclusividade e conforto.
1 Dormitório c/Suíte, Lavabo, Churrasqueira, e Box.
2 Dormitórios c/1 Suíte, Banho Social, Churrasqueira, Box Duplo..

01 dormitório 39 m2 de área privativa
02 dormitórios 60 m2 de área privativa
Localizado na Marcelo Gama, próximo à Marques de Pombal
Apartamentos com porcelanato e laminado
à partir de R$-399.000,00
Agende uma visita
51-981442480

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Apresentação - KADESH


Apartamento  1 Dorm./Suíte/ Lavabo/living para dois ambientes, cozinha com churrasqueira, área de serviço e box de garagem.

Localizado na Rua Santo Antonio, 238 - Bairro Independência

Apartamentos com 45 m2 de área privativa
entrega em janeiro de 2019
À partir de R$-440.000,00

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Próximo da UFRGS E PRAÇA DA REDENÇÂO

Próximo a  UFRGS e  Parque da Redenção
Ótima Infra-Estrutura.
Prédio com Elevador, salao de festas, Bicicletário, Guarita e Apartamento Zelador.

Apartamento de 2 dormitórios, sendo 1 Suíte.
Banho Social, Living amplo para 2 ambientes com grande área envidraçada, cozinha com churrasqueira e área de serviço./ opção de 01 ou 02 boxes.

Apartamento de 01 dormitório, suíte Americana.
Living 2 ambientes, cozinha com churrasqueira, área de serviço.
Box Garagem.

Apartamento Studio.
Estar/ Dormitório/ cozinha / serviço/ Banheiro.

Box garagem
Studio 31 m2
R$-365.000,00
Um dormitório 42 m2 R$-480.000,00
Dois dormitórios 63 m2 R$-720.000,00


Localizado na Barros Cassal
51-981442480

domingo, 27 de outubro de 2013

Apartamentos de 19 m2

 A construtora Vitacon vai lançar, nas próximas semanas, um prédio com apartamentos de 19m² de área útil. Nos últimos anos, a empresa tem se especializado na construção do que chama de "imóveis compactos", espécies de quitinetes, que têm se tornado tendência no mercado paulistano.

O projeto de arquitetura e design do empreendimento VN Quatá, localizado na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, foi desenvolvido pelo escritório Basiches Arquitetos.

O metro quadrado dos imóveis do edifício deve ser vendido a partir de R$ 14 mil, o que resultaria num preço final de R$ 266 mil para o apartamento de 19m². Imóveis de 23m² de área, com terraço, também fazem parte do projeto.

"Estamos acostumados a fazer imóveis com 30m², mas esse projeto foi um desafio para nós", diz o diretor do escritório, José Ricardo Basiches.




Segundo ele, a inspiração veio de quartos de hotéis e dos apartamentos de Tóquio, no Japão. "São lugares pequenos e bem aproveitados", afirma.
Público-alvo são estudantes e executivos

Os apartamentos têm espaço para uma cama de casal, um pequeno armário, bancada (onde são acoplados os eletrodomésticos), pia e duas cabines de banheiro (uma para chuveiro e outra para o vaso sanitário).

"Acreditamos que as pessoas vão morar de forma cada vez mais compacta. Hoje, os consumidores, principalmente os jovens, querem mais mobilidade e praticidade, em vez de grandes áreas e apartamentos", afirma o dono da construtora, Alexandre Lafer Frankel. 

"Como na região existem muitas universidades, nossa proposta é, além de atender executivos, vender para estudantes."

Para Frankel, os consumidores brasileiros vão aderir, mais cedo ou mais tarde, a um conceito de vida "mais simples, com menos coisas e menos custos".

"Mesmo num espaço de 19m² é possível ter a mesma coisa que num apartamento de 50m². Para isso, é preciso apenas ter móveis inteligentes e espaços bem utilizados. Isso vai provocar uma mudança na vida das pessoas de forma avassaladora", diz.

Dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) mostram que, nos últimos anos, os paulistanos estão morando em imóveis menores e mais caros. Em cinco anos, o tamanho médio dos lançamentos na cidade caiu 28,4%, enquanto o preço subiu 124% no mesmo período, segundo a entidade.
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Aiana Freitas
Do UOL, em São Paulo

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Voltando ao assunto Bolha Imobiliária

O risco de uma bolha imobiliária divide opiniões no Brasil, e ficou mais caloroso depois de o profeta da bolha nos Estados Unidos, Robert Shiller , demonstrar preocupação com a rápida elevação dos preços dos imóveis em território nacional.

Bancos, economistas, consultorias e institutos de pesquisa passaram a se manifestar, enumerando os motivos pelos quais o País não pode ser comparado ao cenário que levou à crise de 2008 nos EUA. Os argumentos, contudo, parecem não ter acalmado o temor popular de uma derrubada repentina dos preços. Podem mesmo, dado mais motivos para a desconfiança. Como diz o próprio Shiller, a negação por parte de fontes qualificadas também precedeu o estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos.

Uma enquete com internautas do iG nesta quarta-feira (25) demonstrou que 71% dos 10 mil participantes acreditam que a bolha é real e terá consequências desastrosas. Outros 19% descartam a hipótese e atribuem o debate a um discurso alarmista.

Em meio à discussão, estudiosos e economistas expõem os principais argumentos de que o mercado imobiliário é seguro no Brasil. A principal razão é que o perfil do crédito nos mercados brasileiro e americano é totalmente distinto. A única semelhança, dizem, é o aumento acelerado dos preços dos imóveis.
1 – O crédito no Brasil é mais seletivo

Os bancos brasileiros são bem mais restritivos que os americanos, o que dificulta o acesso ao crédito por pessoas com alto risco de inadimplência. "Nos Estados Unidos houve concessão indiscriminada de crédito, com os famosos NINJAS ( no income, no job, no assets – sem renda, sem emprego estável e sem ativos de garantia)", lembra o professor Marcelo Milan, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

As altas taxas de juros no Brasil – em torno de 10% ao ano – também tornam os financiamentos mais seletivos, na opinião do docente. Enquanto, no Brasil, os bancos costumam conceder o limite de um único imóvel financiado por comprador, nos EUA, cada consumidor podia hipotecar até dez unidades antes da crise de 2008, observa o professor do núcleo de real estate da Universidade de São Paulo (USP), João da Rocha Lima.

De acordo com o professor, o crédito imobiliário pode ser chamado de “irresponsável” quando é concedido a uma porção considerável de pessoas que não são capazes de pagar por ele.

2 – A financeirização é menor

Nos Estados Unidos, o crédito imobiliário – mesmo com alto risco – servia de base para outros tipos de crédito, como seguros contra inadimplência (os credit default swaps ). Esse mercado ainda é inexistente no Brasil, segundo Milan, da UFRGS. Além disso, o imóvel era usado como garantia para tomar crédito de consumo.

"O americano fazia hipoteca, segunda hipoteca, terceira hipoteca e pagava as parcelas do cartão de crédito [ com crédito lastreado no imóvel ]", explica o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), Manoel da Silveira Maia. "Aqui, não. Todo mundo cumpre as suas obrigações. Não há transação de papel, há transação de dinheiro."

Em palestra no último dia 12, o superintendente de Relações com Investidores do Itaú Unibanco, Geraldo Soares, explicou que a principal razão pela qual o banco descarta uma bolha no Brasil é que as operações de crédito não são alavancadas – com endividamento – como ocorreu em alto grau nos Estados Unidos.

3 – A especulação com imóveis residenciais é baixa

Um dos elementos que elevaram os preços dos imóveis nos EUA foi a crença de que eles subiriam infinitamente. Um descontrole desproporcional entre investidores ávidos por lucro e compradores interessados em ocupar o imóvel cria um cenário especulativo, gerando a oferta artificial no mercado.

Embora não haja dados sobre o nível de especulação no mercado imobiliário brasileiro, alguns indicadores sinalizam que a proporção de especuladores – aqueles com a intenção de obter altos ganhos no curto prazo – que compram imóveis residenciais é baixa no Brasil, e que a maioria dos consumidores adquire compra imóvel para morar.

Isso reduziria o risco, por exemplo, de o mercado ser inundado por imóveis se houver uma sinalização de queda significativa dos preços.

"No perfil de compradores da Caixa Econômica Federal [ que detêm mais de dois terços do crédito imobiliário do País ], cerca de 70% adquirem seu primeiro imóvel", afirma Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP. "Ninguém compra o primeiro imóvel para especular”, observa.

Para Cláudia Martinez, diretora do Banco Máxima, especializado em crédito imobiliário, o aumento da renda do brasileiro permitiu que ele mudasse seu perfil de endividamento, substituindo a compra de móveis pelo financiamento da casa própria. “As pessoas passaram a adquirir imóveis porque o aumento do prazo do financiamento tornou a dívida mais administrável”, argumenta.

4 – A cota financiada é mais baixa que nos EUA

A razão entre o valor do empréstimo concedido pelo banco e o preço do imóvel financiado – a cota de financiamento ( loan to value , em inglês) é menor no Brasil do que em outros países onde houve bolha. Segundo o último Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central, a cota média de financiamento imobiliário no Brasil foi de 75% em junho de 2013.

“Nos EUA, este percentual atingiu 110% no auge do desequilíbrio. O consumidor chegava a receber presentes e viagens por fechar o negócio – a um custo que os bancos acreditavam ser compensado com a valorização futura do imóvel”, explica o professor da USP.

Por aqui, o crédito imobiliário representou 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em junho deste ano, enquanto nos EUA superava 80% da riqueza do país, em dezembro do ano passado. A relação crédito/PIB passa a preocupar, segundo analistas, quando está acima de 50%.

5 – Causas estruturais explicam a alta dos preços

Dos três elementos que explicam a alta de preços dos imóveis – crédito sem critérios, especulação e razões estruturais – este último é o único que descarta de imediato a existência de uma bolha. Segundo o docente de real estate da USP, é também o que melhor explica a recente escalada dos preços imobiliários no Brasil.

“De 2006 para cá, os custos dos insumos para a construção cresceram muito além da renda do mercado, impulsionados pela mudança de regras na ocupação de terrenos, que encareceu sua aquisição”, afirma. Isso fez com que as construtoras empurrassem a correção de preços como custo ao consumidor final.

Outro motivo estrutural teria sido a correção inflacionária, na opinião do economista e coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn. “Tenho a impressão de que o valor real dos imóveis no Brasil foi corroído pela hiperinflação do passado, e agora vivemos um período de ajuste”, acredita.

Texto de :Taís Laporta e Vitor Sorano - iG São Paulo 



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Temos diversos imóveis para Troca


(Coberturas, Duplex, apartamentos, casas, lotes, terrenos, imóveis na planta)


Temos parceria para troca de imóveis 

em Santa Catarina e Rio Grande do Sul

em outros Estados estuda-se.



Entre em contato, fazemos parcerias.